quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Tesouro da Misericórdia de Viseu


No dia 1 de Novembro de 2013 visitamos este Museu com a nossa professora de Cidadania.


Neste museu podem ser apreciados os bens e objetos de arte mais significativos e preciosos da Santa Casa da Misericórdia de Viseu. O espaço museológico ocupa a ala norte da Igreja da Misericórdia, desde o rés-do-chão à torre do templo setecentista, com a sua exuberante fachada barroca. O "Tesouro da Misericórdia" é o quarto museu na cidade, que dispõe do Museu Grão Vasco, da Casa Museu de Almeida Moreira e do Museu de Arte Sacra.


Visitem este Museu, pois vão encontrar coisas do antepassado! Nós gostamos. Visitem. Vai valer a pena!


Maria Almeida, Maria de Jesus e Carla Alves 

Capela de Santo António – Solar dos Condes de Prime em Viseu


Durante a nossa formação visitamos, em Setembro, vários Museus, entre os quais o Solar dos Condes de Prime, que fica situado no coração de Viseu. 

Dentro Solar existe a Capela de Santo António, mandada construir em 1748, por José Teixeira de Carvalho.Esta possui enorme elegância de linhas, com trabalho de cantaria, nas janelas portas e corrijas.

No interior da capela podemos apreciar a arquitectura artística, o retábulo de talha dourada, contrastando com o azul e branco dos azulejos que revestem todas as paredes, e ainda o colorido da pintura da cobertura. 

Se tiver oportunidade visite!



Museu Etnográfico De Silgueiros


No passado dia 25 de outubro de 2013 o curso de Pastelaria/Padaria EFA B3 foi visitar o Museu Etnográfico de Silgueiros. Este é um museu  onde a antiguidade perdura,

Nele podemos encontrar tudo o que os nossos antepassados usavam no seu dia a dia.

Fomos recebidos  pelo fundador, que nos contou que tudo o que se por lá encontra foi oferecido ou foi comprado.

Neste museu encontramos alcofas de bebé antigas, soldadinhos de chumbo, fatos de homem, roupa interior feminina, camas antigas...   Todas as coisas estavam bem distribuídas por todo o museu.

Começámos  por ver  várias coisas relacionadas com ranchos folclóricos  de seguida vimos máquinas antigas de escrever, uma colecção de caixas de fósforos, uma máquina de tear linho, isqueiros, e muito mais. Tudo o que nos foi  mostrado  fez-nos voltar aos tempos antigos.

Todos nós gostamos deste museu, e ainda bem que existem pessoas que se importam em não deixar que se perca  a historia dos nossos antepassados.


Cristina
Gil                                                          

Carlos

Museu Grão Vasco






O Museu Grão Vasco fica localizado no centro histórico na cidade de Viseu, no antigo palácio dos Bispos, do seculo XVI ao lado da Sé Catedral.    

O Museu Grão Vasco, foi um dos museus que, apesar de poder ser interessante, o facto de não ter visita guiada, não nos proporcionou grande interesse uma vez que a exposição era de arte sacra, o que não nos permitiu compreender do que se tratava.




     

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Nevadas de Penacova/Pastéis de Lorvão

NEVADAS DE PENACOVA

Penacova é uma vila portuguesa no distrito de Coimbra, região Centro e sub-região do Baixo Mondego, com cerca de 3 200 habitantes.
É sede de um município com 217,69 km² de área e 15 251 habitantes (2011), subdividido em 8 freguesias. O município é limitado a norte pelos municípios de Mortágua e Santa Comba Dão, a leste por Tábua, a sueste por Arganil, a sul por Vila Nova de Poiares, a oeste porCoimbra e a noroeste pela Mealhada. O concelho conta com três localidades com estatuto de vila.

Ingredientes
Ovos: 6
Farinha de trigo fina: 250 g
Açúcar branco: 250 g
Fermento em pó: 1 Colher de chá
Recheio:
Gemas: 3
Água: 1 dl
Açúcar: q.b.
Cobertura:
Claras: 3
Açúcar: q.b.                                     
   Preparação
Bate-se bem o açúcar com as gemas e junta-se-lhe a farinha e as claras batidas em castelo. Coloca-se a massa em pequenas formas previamente untadas de manteiga e polvilhadas de farinha e leva-se ao forno a cozer sem deixar tostar. Depois de prontas retira-se-lhe uma rodinha em forma de tampa e escava-se tirando o miolo com cautela para não romper as paredes do bolo. Recheio Desfazem-se as gemas de ovo, com o miolo tirado do preparado anterior. Coloca-se ao lume a água com açúcar suficiente para o creme ficar doce. Afasta-se esta água do lume e junta-se-lhe a mistura que se obteve com as gemas e os bocadinhos de bolo. Batem-se bem sem talhar e leva-se ao lume para cozer o ovo, não deixando que o creme fique muito grosso (fica como o doce de ovos). Deita-se, depois de morno, um pouco deste doce em cada bolo, tapa-se com a tampinha que se deixou. Cobertura As 3 claras que ficaram batem-se com bastante açúcar peneirado para ficar uma cobertura espessa a fim de cobrir bem cada nevada. Primeiro coloca-se com a parte mais alta para baixo, barra-se em volta e no fundo e, quando estiver seco, barra-se a parte de cima.


PASTÉIS DE LORVÃO

                                                            
Lorvão é uma vila portuguesa do concelho de Penacova, sede de freguesia com 25,77 km² de área e 3 898 habitantes. Densidade: 151,3 hab/km²
Ingredientes
Açúcar: 460 g
Miolo de amêndoa: 120 g
Água: 3 dl
Gemas e 2 claras: 12
Farinha: 2 Colher de sopa
Limão (raspa): 1
Manteiga: 1 Colher de chá
Canela: q.b.
Preparação
Leva-se o açúcar e a água ao lume a fazer ponto de espadana; depois junta-se-lhe a amêndoa passada pela máquina e a seguir a farinha. Mexe-se sempre e retira-se do lume (deve ferver pouco tempo) e deixa-se arrefecer, juntando-se depois as gemas e as claras batidas. Por fim junta-se o limão e a canela. Deita-se este doce com forminhas mal cheias, untadas de manteiga e polvilhadas com farinha. Levam-se a cozer ao forno.


          Nevada de Penacova
                        Pasteis  de  Lorvão


 Recolha feita pelo formando André Marques





As funções de um forneiro


                         
Para que possamos ter uma boa confeção de tanto de bolos como de pão é necessário existir um bom forno, para isso terá que haver alguém para cozer.
Em todas as padarias existem pessoas que são conhecidas como forneiros  estas  pessoas são preparadas para exercer para esta função.
Algumas destas funções são: acender o forno, assim que se chega ao local de trabalho verificar se está tudo em ordem, ir controlando a temperatura do forno assim que se  começa a cozer o pão. Não se para de cozer.  De verão é muito raro usar a estufa,  visto as temperaturas estarem altas. De inverno já se faz o contrário, o pão geralmente é cozido a 200ºc- 220ºc
Os bolos já são cozidos a uma temperatura mais baixa geralmente 180ºc, para que os bolos não fiquem queimados tem que se ter atenção a temperatura.
Nas padarias existem dois tipos de fornos os eléctricos e os a lenha os eléctricos se usam para se cozer os bolos por exemplo as natas, lancheiras, folhados etc. Os de lenha são diferentes em relação aos eléctricos visto estes têm a temperatura de lar, porta e teto. Os de lenha não necessitam deste sistema porque a temperatura é igual pelo lar todo. Através destas fases todas é que saem bolos e pão de qualidade tão necessárias neste tipo ramo.


Chefe Carlos
Subchefe Gil 

PÃO DE LÓ



O pão de ló de Alfeizerão

Alfeizerão é conhecida pelo seu famoso pão de ló, autêntico "ex libris" da terra, que o jornal "Ecos do Alcoa" designava, em 1932, por "pão de ló da tia Amália". Devido a uma deturpação na pronúncia, é conhecido também por "Pão-de-Ló de Alfazeirão".

O pão de ló de Ovar


Ovar também é conhecida pelo seu pão de ló, especialidade regional que, do mesmo modo, é considerada como "ex libris" da cidade.

História


Não se conhecem as razões do surgimento dessa iguaria em Ovar, apenas que tem origem conventual, especulando-se que alguma freira Vareira tenha divulgado a receita a algum familiar ou amigo residente em Ovar. Recorde-se que as comunidades monásticas, nomeadamente as femininas em Portugal, eram integradas por professas oriundas das melhores famílias do Reino, e que estas ocupavam o seu tempo conferindo originalidade e requinte no preparo de doçaria exótica destinada aos seus convidados ilustres.


Sabe-se, entretanto, que a confecção do pão de ló de Ovar é anterior ao século XVIII, sendo referido na obra "Os Passos", do padre Manoel de Oliveira Lírio: "Em 1781, são obsequiados com Pães de Ló de Ovar os Padres que levaram o andor na procissão dos Passos."


A iguaria encontra-se ainda referida na obra de Marques Gomes, no trecho relativo à então vila de Ovar: "Na confeitaria tornam-se notáveis o pão de ló e os ovos moles, rivais dos de Aveiro" ("Aveiro e seu Distrito", 1877. p. 290).


No século XIX a iguaria era confeccionada, com uma ou outra variação, por várias das famílias de Ovar, destacando-se a Arrota, a Virgílio, a Guedes e a Prosódias.


Luís de Oliveira Gomes, da família Arrota, criou o hábito de, nas quadras festivas do Natal e da Páscoa, apresentar aos seus clientes e amigos com pães de ló de Ovar, que eram transportados em canastras próprias, cobertas com lona, dando origem a que, o fabrico da iguaria conhecesse incremento no segundo quartel do século XIX. Esse fabrico teve continuidade na pessoa de sua cunhada, Rosa de Oliveira Duarte e depois de seus filhos.


O fabrico, até ao final daquele século, era artesanal: a massa era batida à mão durante duas horas em alguidares de barro vermelho com uma pá de madeira, e cozido, em formas também de barro forradas com papel de linho branco, em fornos de lenha aquecidos com pinhas ou ramos secos. Para testar a temperatura do forno, era utilizada uma vara comprida, levando na extremidade uma tira de papel de linho branco, devendo permanecer no interior do forno durante o tempo de orar um pai-nosso, ocasião em que se invocava uma boa cozedura. Uma forma de tamanho médio consumia um arrátel de açúcar. Era tradição ainda que as pessoas da vila fornecessem ovos, açúcar e farinha de trigo, levando para si as claras restantes e pagando o chamado "feitio de fabrico". Para o transporte dos pães de ló, eram utilizados cestos ou tabuleiros utilizados exclusivamente para esse fim, guarnecidos por panos de linho bordados.


Informação retirada da Wikipédia


PÃO DE LÓ


ALFEIZERÃO


Ingredientes:
100 grs de açúcar
6 gemas
2 ovos
50 grs de farinha


Confeção:


Batem,-se os ovos inteiros com o açúcar e, quando a mistura estiver esbranquiçada, juntam-se, a pouco e pouco, as gemas desfeitas.
Bate-se tudo durante mais 20 minutos com o batedor manual ou 10 minutos com o batedor eléctrico.
Sem bater, junta-se a farinha bem peneirada.
Deita-se a massa numa forma de folha ou de barro forrada com um papel groso.
Tapa-se com uma folha do mesmo papel.
Leva-se a cozer em forno quente (225ºC) durante 10 minutos.
Retira-se do forno e desenforma-se.
Come-se no dia seguinte.






PÃO DE LÓ DE OVAR


ingredientes:

· 100 gr de açúcar

· 6 gemas

· 2 ovos

· 50 gr de farinha


Preparação:

Batem-se os ovos inteiros com o açúcar e, quando a mistura estiver esbranquiçada, juntam-se, a pouco e pouco, as gemas desfeitas.

Bate-se tudo durante 10 minutos com o batedor eléctrico. Sem bater, junta-se a farinha bem peneirada. Deita-se a massa numa forma de folha ou de barro forrada com um papel groso. Tapa-se com uma folha do mesmo papel.

Leva-se a cozer em forno quente (225ºC) durante 10 minutos. Retira-se do forno e desenforma-se.

Come-se no dia seguinte.






PÃO DE LÓ DE CHOCOLATE


ingredientes:

300 g de açúcar

7 ovos

12 colheres sopa de água a ferver

220 g de farinha

1 colher chá de fermento em pó

80 g de chocolate em pó

Margarina para untar

Farinha para polvilhar



Preparação:



Numa tigela, bata bem o açucar com os ovos, utilizando uma batedeira eléctrica, até obter um preparado esbranquiçado. Adicione a água a ferver e mexa um pouco.

Peneire a farinha com fermento e o chocolate em pó e junte, aos poucos, ao preparado anterior.

Verta-o numa forma, de chaminé, untada com margarina e polvilhada com farinha. Leve a cozer a 180ºC, durante 45 minutos. Retire, deixe arrefecer e desenforme.





Recolha feita pelo formando: André Marques

Receita: Bola Parda

   
                                                             
Ingredientes:
Ovos
Açúcar
Farinha
Azeite
Manteiga
Leite                                                      
Aguardente
Canela
Fermento
Preparação:

Bater ovos mais açúcar. Adicionar a manteiga derretida, leite, azeite e aguardente sempre a bater. Envolver a farinha, fermento, e canela só até estar bem misturada. Preparar formas retangulares barradas com papel siliconizado. Cozer á temperatura de 180º.
Quando ganhar crosta, polvilhar com mistura de açúcar e canela. Volta a i ao forno.

Fizemos uma bola parda, gostamos de a fazer. Realizada a 09/12/2013
Experimentem, vão ver que vão gostar!


    Maria Almeida e Maria Jesus

Tigeladas


Durante a nossa formação prática fizemos umas Tigeladas com farinha, amido, leite, ovos e água .

 

A preparação é feita a frio, primeiro os ingredientes secos: farinha, amido, açúcar depois a raspa de limão e água. Mistura-se bem os ovos e o leite em simultâneo. Coze-se a uma temperatura de300º.

São deliciosas!

Pastéis de Feijão


Neste curso de Pastelaria/Padaria aprendemos como confecionar pastéis, pão, massa cake, brioche, massa folhada, massa-choux, gelataria, entre outros vários tipos de iguarias, entre os quais destacamos os pastéis de feijão que tem como ingredientes:

Massa:                                     Recheio:
Farinha                                    Açúcar
Manteiga                                  Água
Água                                        Feijão branco
                                                Farinha de amêndoa com pele
                                                Gemas e açúcar em pó




Este tipo de pastel é muito bom e recomenda-se a provar não só pelo seu sabor como pelas suas características.



Ao longo do curso pastelaria/padaria, fizemos vários doces tradicionais e regionais sendo um deles, a queijada de Évora, a qual vos vamos falar em seguida.
Queijadas de Évora



As Queijadas de Évora são um doce tradicional Alentejano.
É um bolo pequeno e simples, no entanto tem de haver alguns cuidados na sua preparação e confecção, para se obter um produto de qualidade.
A massa tem de ser preparada com algumas horas de antecedência.
Para evitar que esta massa ganhe crosta devemos ter o cuidado de a tapar com película aderente.
O queijo deve ser passado por um passe-vite.
A massa deve ter uma espessura fina.
A temperatura do forno deve ser de 250ºc.

Ingredientes:

·      Água
·      Sal
·      Queijo fresco
·      Açúcar
·      Gemas
·      Farinha/2
·      Canela em pó


Bom Apetite



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Museu do Quartzo, Viseu


Local-Museu do Quartzo M. Santa Luzia Vila Nova Do Campo.
 

Visitamos o Museu do Quartzo no passado mês de setembro, no âmbito do módulo de Cidadania e Empregabilidade. Este museu fica situado em Monte de Santa Luzia, Vila Nova do Campo, Viseu. Nós gostamos muito porque desconhecíamos o que era o museu do Quartzo e que antes de ser construído era uma exploração realizada pela companhia Portuguesa de Fornos Elétricos que abandonaram o local em 1986.

Esta foi uma obra que atingiu perto dos dois milhões de euros, o museu pretende assumir-se como suporte das novas tecnologias. Esta estrutura inclui salas de exposição, auditórios ,bibliotecas

O museu e o único no mundo e foi idealizado pelo prestigiado Galopim de Carvalho, situando-se num antigo local de extração do quartzo.

Nas palavras deste conceituado especialista, o Museu do Quartzo situado neste monte conhecido como Monte Santa Luzia em Viseu, poderá se converter num centro de investigação deste minério a nível mundial.

Foi uma visita feita pelo grupo padaria / pastelaria e foi algo muito interessante porque nenhum de nós conhecia os vários tipos de pedras valiosas e que desconhecíamos o real valor do que la existe,  o ambiente criado entre o formador e os formandos foi muito bom.

Portanto aconselhamos todas as pessoas a visitar este museu e a conhecer melhor as funções das pedras de Quartzo.

 

João

Gil

Carlos

Museu de Várzea de Calde


Museu de Várzea de Calde /casa da lavoura e oficina do linho

 
 

Em Agosto visitamos o Museu de Várzea de Calde, este museu fica situado na Calçada do Eiró, em Várzea, Calde, Viseu. Fomos lá com a professora de cidadania e adoramos tudo o que vimos.

Este Museu apresenta uma exposição permanente de objetos: Entre os quais de lavoura, alfaias agrícolas e objetos ligados á cultura do linho tem componente multimédia, tapete virtual (temática do linho) quiosque (temática das profissões: serrador e resineiro) e o livro mágico (temática da aldeia da várzea).


 
Fizemos o Percurso pedestre/Rota da ribeira de várzea de calde, onde pudemos observar as poldres, espigueiros, carvalha centenária, os moinhos, a barragem entre outras.

 

Se tiver oportunidade é um bom local de visita, tem boas sombras e parque de merendas.

 

Conceição

Isabel

Palmira

Visita ao RI 14




O Regimento de Infantaria n.º 14 (RI14) MHA • MHL, com a denominação histórica de Infantes de Viriato, é uma unidade da Estrutura Base do Exército, do Exército Português aquartelada na cidade de Viseu. É uma unidade formada por 1 batalhão de soldados, que por sua vez é subdividido em 6 companhias. O Regimento, apesar de ser uma unidade com administração própria, é subordinado operacionalmente a uma brigada ou divisão. Comandado por um coronel ou tenente-coronel, seu efectivo gira em torno de 500 homens. Possui um estado-maior composto de sessões de pessoal, inteligência, operações, logística e relações publicas para assessora o comandante. Tropa que compõe um Serviço responsável pelo armazenamento, fornecimento, manutenção e conservação de armamento, viaturas e outros meios e equipamentos. Actualmente o regimento tem como encargo operacional o de organizar, treinar e manter um dos batalhões de infantaria daBrigada de Intervenção.



Se gostas de aventuras e acção alista-te num quartel perto de ti…

Museu do Pão


O Museu do Pão







Visitámos o Museu do Pão no dia 25/10/2013 com a nossa professora de Cidadania.

O museu do Pão é um complexo museológico cujo objetivo é recolher, preservar e exibir o património do Pão Português, a sua história, tradições, simbologia, arte e memória. Um espaço de cultura e de lazer, de saberes e de sabores.

O museu inclui quatro salas de exposição, biblioteca, restaurante e loja.


O Museu do Pão foi inaugurado em Setembro de 2002, por iniciativa de um grupo de pessoas interessadas em promover alguns dos valores mais intrínsecos à nossa cultura, criando, ao mesmo tempo, um pólo de atração turística na cidade. A Serra da Estrela ganhou, assim, mais um motivo de visita, que requer umas boas horas do dia para ser aproveitada ao máximo – horas muito bem empregues, diga-se desde já.

Interrompendo por uns instantes aquela que seria a sequência mais lógica, chamamos a atenção para o Restaurante – ou, melhor, para o Centro de Investigação Gastronómica. Convém reservar mesa o quanto antes, uma vez que a afluência àquele espaço é avassaladora. Também, não é para menos, tendo em conta que nos espera um bufete de 22 entradas e 12 tipos de pães, seguido de um prato de peixe e outro de carne; a rematar, regresso ao bufete, desta feita para optar entre 12 sobremesas. Tudo confecionado com ingredientes regionais e de acordo com os livros de receitas mais tradicionais.·
Seja antes ou depois do repasto, a visita aos espaços museológicos é outro dos momentos altos do dia. São três temas: o ciclo do pão, o pão político, social e religioso e a arte do pão. Acrescem ainda um espaço lúdico-pedagógico, destinado aos mais novos, que aprendem e se divertem enquanto põem, literalmente, as mãos na massa, e um bar-biblioteca, onde podemos descontrair alguns instantes enquanto aprofundamos um pouco mais os nossos conhecimentos sobre este assunto.
(Informação dada pelo próprio Museu)


Gostamos muito, embora achássemos que não é muito grande e adoramos o Espaço Temático que é dedicado às crianças. Visitem, vale a pena visitar!





Maria Almeida e Maria de Jesus

Casa - Museu Almeida Moreira


Casa-Museu Almeida Moreira

Museu Almeida Moreira, situa-se:

Na Rua Soar de Cima

3500-Viseu



Nesta casa viveu Almeida Moreira.

Abriu portas ao público como casa museu em 1965.

Neste museu estão expostas coleções de pintura religiosa do século XVI e XVII, pinturas naturalistas, coleções de cerâmica com porcelana oriental, faianças dos séculos XVII & XVIII e peças nacionais do século XIX.

 



Francisco António Almeida Moreira – Nasceu em Viseu a 25 de Novembro de 1873.

Formou-se em professor, iniciou a sua carreira na antiga escola normal de Viseu, foi também critico de artes e diretor do Museu Grão Vasco.

Também fez parte de varias comissões administrativas da Camara municipal desta cidade, onde foi vice - Presidente.

O País deve a Almeida Moreira, funcionário exemplar que muito se esforçou por valorizar o património artístico, o agrupamento das peças que constituem um notável recheio do Museu Casa Almeida Moreira.
 
 
Liliana
Lucinda